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Spore Origins: evolua com seu iPod touch
Game da EA para iPhone ou iPod touch é altamente viciante e reproduz os primeiros níveis de Spore para Mac. Só precisa ficar de olho na bateria.
- Por Henrique Martin, editor-assistente da Macworld Brasil
- 09-10-2008- (Atualizado em 10 de outubro de 2008 às 17h07)
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Spore Origins para iPhone
- PRÓ
- Fácil de jogar, não precisa de controles na tela, evolução do personagem.
- CONTRA
- Ajuda a acabar com a bateria, dificuldade aumenta muito no fim do game.
- Nota da
MacWorld:8.5 - Nota dos
leitores: - Dê sua nota
Fabricante: Electronic Arts
Preço: US$ 9,99
Spore Origins, game da EA para iPod touch e iPhone, é uma tentativa de recriar os primeiros níveis de Spore em sua versão para Mac e PC (o game tem uma versão para iPod classic/nano também). O título, como seu "irmão maior", é altamente viciante e muito fácil de jogar. Tem um problema: com gráficos e som incríveis, consome rápido a bateria do aparelho.
Não é preciso tocar a tela do dispositivo para jogar a maior parte de Spore Origins. Por conta do acelerômetro do iPod touch/iPhone, você controla seu personagem - um ser em evolução - movimentando o gadget para os lados e para a frente/trás, levando-o em direção ao alimento e para fugir dos inimigos.
Em determinados momentos, dependendo do tipo de "acessórios evolutivos" que adquiriu durante o jogo, pode tocar na tela para ativar poderes especiais, como se esconder no casco ou lançar um raio de energia contra inimigos.
O game tem 30 níveis distintos no modo de evolução. Alguns são extremamente fáceis, outros bastante difíceis - notadamente os três últimos. Você inicia Spore Origins como uma criatura (criada ao acaso) e, conforme preenche sua "barra de DNA", segue durante o nível e desbloqueia itens para sua evolução.
Alguns níveis precisam ser explorados a fundo para conseguir suas metas: em determinados estágios, seu personagem "nada" em diferentes estágios (gosma primordial, floresta, lama, gelo, areia) em busca de comida:
conforme você "cresce", ganha mais vidas (representadas pelos corações no canto superior direito da tela) e pode comer aqueles que eram seus inimigos até então. Em outros, você segue as marés e percorre labirintos em busca de alimento e de surpresas (vegetação vermelha ou roxa é venenosa, mas a verde recupera sua saúde).
Ao final de cada nível, você pode editar sua criatura, modificando sua cor e inserindo elementos de percepção, ataque, defesa e movimento.
Nem todos os itens estarão sempre disponíveis para uso - você pode "evoluir" a visão, por exemplo, ao longo do game, mas não pode ter um espinho de defesa ao mesmo tempo. Isso é bom porque permite adaptar seu "ser" durante o jogo, obtendo melhores resultados - no nível 29 você não precisa de espinhos, mas de mobilidade.
Existe ainda um modo de jogo chamado Survival, que não tem tanta graça: a meta aqui é buscar alimentos em
uma tela "estática" (navegue para a direita e o personagem sai à esquerda da tela, como um videogame antigo) e fugir dos inimigos. Um tanto sem graça, se comparado ao modo de evolução.
O maior problema de Spore Origins é o fato de consumir rápido a bateria do iPod touch, onde foi testado. Se em vídeo o player chega a 6 horas de reprodução, no game mal passa de duas (ou jogue com o cabo USB ligado ao Mac). E o fato de o jogo acabar na hora que começa a ficar difícil e mais interessante é uma experiência frustrante. De qualquer modo, Spore Origins garante diversão na certa - e se você cansar da sua criatura, pode começar a criar uma nova e recomeçar tudo.
Spore Origins roda em iPhone e iPod touch com o software 2.x instalado.
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