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Caso antitruste entre Apple e Psystar continua, diz advogado
Ao contrário do que alguns sites e blogs afirmaram, a disputa judicial entre a Apple e a fabricante de clones de Macs não foi suspensa.
- Por ComputerWorld/EUA
- 22-10-2008- (Atualizado em 22 de outubro de 2008 às 14h17)
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Ao contrário do que alguns sites e blogueiros informaram, a Apple e Psystar, fabricante de clones de Mac, não suspenderam a disputa judicial, afirmou o advogado da Psystar na terça-feira (21/10).
Segundo Colby Springer, advogado da Psystar, é verdadeiro o fato de que as duas partes entraram com documentos na corte federal prometendo que iriam colocar a disputa em Método de Resolução Alternativa de Disputa (ADR, em inglês), um processo legal que pode incluir uma mediação [sendo uma forma de resolver conflitos]. Springer trabalha para a Carr & Ferrell, escritório que defende a Psystar.
De acordo com os documentos enviados à Justiça norte-americana, os advogados da Psystar e da Apple fizeram um acordo de arbitragem não vinculativa, o que significa que as empresas colocarão o caso para uma terceira parte imparcial que dará uma opinião ou recomendação para que ambos possam escolher se aceitam ou não fechar um acordo.
O advogado confirmou ainda que a corte pediu que as duas empresas aderissem ao ADR, mas disse que isso é uma prática padrão na Califórnia.
A Apple e a Psystar concordaram com uma mediação privada, com um mediador escolhido pela Judicial Arbitration and Mediation Services Inc. (JAMS), uma companhia privada que oferece mediadores e negociadores treinados. Pelas regras da ADR, todos os detalhes sobre o acordo entre a Apple e a Psystar serão mantidos em segredo.
Springer sugeriu que seria improvável que a mediação resolvesse a disputa. “Isto seguirá por dois caminhos agora, o ADR e o caso”, disse ele.
Segundo Colby Springer, advogado da Psystar, é verdadeiro o fato de que as duas partes entraram com documentos na corte federal prometendo que iriam colocar a disputa em Método de Resolução Alternativa de Disputa (ADR, em inglês), um processo legal que pode incluir uma mediação [sendo uma forma de resolver conflitos]. Springer trabalha para a Carr & Ferrell, escritório que defende a Psystar.
De acordo com os documentos enviados à Justiça norte-americana, os advogados da Psystar e da Apple fizeram um acordo de arbitragem não vinculativa, o que significa que as empresas colocarão o caso para uma terceira parte imparcial que dará uma opinião ou recomendação para que ambos possam escolher se aceitam ou não fechar um acordo.
O advogado confirmou ainda que a corte pediu que as duas empresas aderissem ao ADR, mas disse que isso é uma prática padrão na Califórnia.
A Apple e a Psystar concordaram com uma mediação privada, com um mediador escolhido pela Judicial Arbitration and Mediation Services Inc. (JAMS), uma companhia privada que oferece mediadores e negociadores treinados. Pelas regras da ADR, todos os detalhes sobre o acordo entre a Apple e a Psystar serão mantidos em segredo.
Springer sugeriu que seria improvável que a mediação resolvesse a disputa. “Isto seguirá por dois caminhos agora, o ADR e o caso”, disse ele.
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